quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Lábios ressecados, gosto amargo em meu paladar
O caos me deixou louca, no meio da confusão não soube para onde correr..

Agora sinto que perdi grande parte de mim
Sem saber mais para que lado ir
Sem nem me dar por conta, estou em um labirinto.

Oh, Deus se é que você existe, mostre qual é o caminho
Aponte com um faixo de luz para onde devo ir
Pois estou perdida na escuridão

Felicidade em flashs
Como largar este ciclo vicioso
Minha alma cai em um profundo abismo
Oh, maldito caos.

2 comentários:

Francisco Arquer Thomé disse...

Sábia poeta. Abrigas na sua genialidade a poesia perfeita. Buscas a poesia "sentida", escrita de ti para ti, a qual dará o prazer que procuras, o gozo da exposição e o extravasar da sensibilidade.
Entretando empecilhos a bloqueiam.
Seu cérebro exige a linearidade, como se leitores imaginários fossem criticá-la , julgá-la, ou até mesmo expôr sua intimidade dentro de uma razão lógica e confortável.
Não há conforto de fora pra dentro. De fora pra dentro há o efêmero. Não há leitores que vão te confortar.
O sentir que expõe busca a pureza de não se importar com o pensamento alheio. Esta será a escrita "sentida"... totalmente tua.
Deus não está em terceira pessoa do singular... e sim em na primeira pessoa do plural.

Abraços.
Um leitor

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